quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
domingo, 5 de dezembro de 2010
Uma visita muito especial
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
PIT BULLS MITOS VS FACTOS
AMERICAN HUMANE SOCIETY - PIT BULLS MITOS VS FACTOS
MITO: Pit Bulls mordem mais do que outras raças
FACTO: Não existe nenhum sistema em funcionamento que determine com exactidão as estatísticas referentes a mordidas por cães nos EUA e muitos incidentes não são reportados.
O estudo “Raças de cães envolvidas em ataques fatais nos Estados Unidos entre 1979 e 1998” feito pelo Centers for Disease Control explica quais os problemas inerentes em tentar calcular com exactidão. O CDC explica ainda que uma das grandes falhas no estudo foi a incapacidade de contabilizar a totalidade de população de uma raça específica relativamente às fatalidades contabilizadas dessa mesma raça. CDC. (2000) Breeds of dogs involved in fatal human attacks in the United States between 1979 and 1998. http://www.cdc.gov/ncipc/duip/dogbreeds.pdf.
O CDC concluiu que os ataques fatais são tão raros que se tornam estatisticamente insignificantes como forma de representar agressividade canina.
MITO: Pit Bulls atacam sem aviso nem provocação
FACTO: De acordo com o livro The Pit Bull Placebo the Karen Delise, a classificação se um ataque como “sem provocação” esta usualmente baseado nas declarações dos donos que por sua vez são incapazes de entender comportamento e linguagem canina, ou estão ocupados demais para “ver” os sinais que os cães usualmente usam através de linguagem corporal ou vocalizações. Cães sinalizam isto através de: olhares fixos; tensão corporal; posicionamento das orelhas, cauda e cabeça; e rosnando, para nomear apenas alguns. Pit Bulls usam estes sinais de aviso, tanto quanto qualquer outra raça de cães.
Em adição a tudo isto, ataques de cãe tendem a ser o resultado de uma série de factores que são estatisticamente muito mais perigosos do que culpabilização de raças. De acordo com a Associação Médico-Veterinária Americana, estes factores incluem:
- Procriação: Cães que tenham sido procriados com o intuito de serem agressivos terão mais tendência para o serem independentemente da raça
- Sociabilização: Cachorros precisam de sociabilização para aprender a viver dentro da sociedade humana.
- Treino: Para além da sociabilização, os cachorros precisam de treino para que possam obedecer pelos menos comandos básicos
- Saúde: Alguns cães mordem por sentirem desconforto ou dor
See generally, The American Veterinary Association, Dog Bite Prevention: A Community Approach. JAVMA, Vol. 218, No. 11, June 1, 2001. http://www.avma.org/public_health/dogbite/dogbite.pdf
- Esterilização: 97% dos cães envolvidos em ataques fatais em 2006 não eram esterilizado ASPCA, Are Breed Specific Laws Effective? http://www.aspca.org/site/PageServer?pagename=cruelty_dogfighting_breedspecific
- Correntes: Um em cada quatro ataques fatais envolveram cães presos a correntes.
MITO: Pit Bulls têm maxilares que prendem e não largam
FACTO: Não existe nenhuma pesquisa factual que apoie esta afirmação. Os maxilares dos Pit Bulls são os mesmos que os de qualquer outra raça de cão.
Existem afirmações feitas por especialistas que refutam o mito dos maxilares que não abrem, tais como:
o Dr. I. Lehr Brisbin da Universidade da Georgia conduziu uma pesquisa acerca da morfologia funcional dos maxiçares de variadas raças de cães e mostrou que:
“... não existem diferenças mecânicas ou morfológicas entre os maxilares de American Pit Bull Terrier e quaisquer outras raças comparáveis estudadas. Adicionalmente, concluímos que os American Pit Bull Terriers não detêm um mecanismo único que os possibilita prender os seus maxilares.” Ontario Superior Court of Justice Affidavit of Dr. I. Lehr Brisbin, Jr., senior research scientist, University of Georgia.
o Dr. Howard Evans (professor emeritus no Colégio de Medicina Veterinária da Universidade de Cornell, Ithaca, NY, e autor do maior trabalho feito em anatomia canina (Anatomia do cão), em conjunto com o Dr. Sandy deLahunta, um dos mais famosos neurologistas caninos do país e com a Dra Katherine Houpt, uma comportamentalista afirmaram o seguinte acerca dos maxilares que prendem nos pit bulls:
“Todos concordamos que o poder da mordida é proporcional ao tamanho do maxilar e dos músculos do maxilar. Não existe, no entanto, nenhuma estrutura anatómica que funcione como “cadeado” do maxilar, seja em que cão for”. Delise, K. (2007). The Pit Bull Placebo: The Media, Myths and Politics of Canine Aggression. Anubis Publishing
MITO: Pit Bulls têm mais força na mordida que qualquer outro animal
FACTO: De novo, não existem nenhuns estudos factuais que apoiem esta afirmação. No entanto, existem provas que refutam este mito:
o Dr. Brady Barr da National Geographic conduziu um estudo acerca de mordidas de animais. A força da mordida ( medido em “pounds” de pressão) nos sujeitos testados foram:
Crocodilos: 1.1 Kgs
Hienas: 454 Kgs
Tartarugas: 454 Kgs
Leões: 272 Kgs
Tubarões brancos: 272 Kgs
Cães: 145 Kgs *
Humanos: 54.5 Kgs
*Um pastor alemão, um American Pit Bull Terrier e um Rottweiler foram testados usando uma manga de mordida equipada com um instrumento especializado de medição de pressão. O American Pit Bull Terrier foi o que exerceu menos pressão dos três cães testados.
MITO: Pit Bulls têm pior temperamento do que outros cães.
FACTO: Num estudo recente feito a 122 cães pela American Temperament Testing Society, os Pit Bulls tiveram uma percentagem de 83.9% de bom temperamento. Esta percentagem ultrapassou as raças poodle miniatura (76.6%), Beagles (80.3%) e Collies (79.4%). American Temperament Testing Society. Retrieved January 8, 2009. http://www.atts.org/statistics.html
MITO: Pit Bulls não sentem dor
FACTO: Enquanto que a maioria dos cães não respondem à dor quando estão num estado de frenesim durante um ataque, os Pit Bulls sentem dor tanto quanto qualquer outra raça.
Os Pit Bulls detêm o mesmo tipo de sistema nervoso que qualquer outra raça, e como tal sentem dor. A nível histórico, cães que toleravam ou ignoravam o desconforto ou dor e acabavam a tarefa que tinham pela frente eram os cães que era escolhidos para cruzar. Esta é a característica de “gameness” de que muitos entusiastas da raça falam e que pode ser definida como “ O desejo de continuar ou completar uma tarefa independentemente da dor ou desconforto que esta possa causar”. New Hope Pit Bull Rescue.
MITO: Pit Bulls mordem mais do que outras raças
FACTO: Não existe nenhum sistema em funcionamento que determine com exactidão as estatísticas referentes a mordidas por cães nos EUA e muitos incidentes não são reportados.
O estudo “Raças de cães envolvidas em ataques fatais nos Estados Unidos entre 1979 e 1998” feito pelo Centers for Disease Control explica quais os problemas inerentes em tentar calcular com exactidão. O CDC explica ainda que uma das grandes falhas no estudo foi a incapacidade de contabilizar a totalidade de população de uma raça específica relativamente às fatalidades contabilizadas dessa mesma raça. CDC. (2000) Breeds of dogs involved in fatal human attacks in the United States between 1979 and 1998. http://www.cdc.gov/ncipc/duip/dogbreeds.pdf.
O CDC concluiu que os ataques fatais são tão raros que se tornam estatisticamente insignificantes como forma de representar agressividade canina.
MITO: Pit Bulls atacam sem aviso nem provocação
FACTO: De acordo com o livro The Pit Bull Placebo the Karen Delise, a classificação se um ataque como “sem provocação” esta usualmente baseado nas declarações dos donos que por sua vez são incapazes de entender comportamento e linguagem canina, ou estão ocupados demais para “ver” os sinais que os cães usualmente usam através de linguagem corporal ou vocalizações. Cães sinalizam isto através de: olhares fixos; tensão corporal; posicionamento das orelhas, cauda e cabeça; e rosnando, para nomear apenas alguns. Pit Bulls usam estes sinais de aviso, tanto quanto qualquer outra raça de cães.
Em adição a tudo isto, ataques de cãe tendem a ser o resultado de uma série de factores que são estatisticamente muito mais perigosos do que culpabilização de raças. De acordo com a Associação Médico-Veterinária Americana, estes factores incluem:
- Procriação: Cães que tenham sido procriados com o intuito de serem agressivos terão mais tendência para o serem independentemente da raça
- Sociabilização: Cachorros precisam de sociabilização para aprender a viver dentro da sociedade humana.
- Treino: Para além da sociabilização, os cachorros precisam de treino para que possam obedecer pelos menos comandos básicos
- Saúde: Alguns cães mordem por sentirem desconforto ou dor
See generally, The American Veterinary Association, Dog Bite Prevention: A Community Approach. JAVMA, Vol. 218, No. 11, June 1, 2001. http://www.avma.org/public_health/dogbite/dogbite.pdf
- Esterilização: 97% dos cães envolvidos em ataques fatais em 2006 não eram esterilizado ASPCA, Are Breed Specific Laws Effective? http://www.aspca.org/site/PageServer?pagename=cruelty_dogfighting_breedspecific
- Correntes: Um em cada quatro ataques fatais envolveram cães presos a correntes.
MITO: Pit Bulls têm maxilares que prendem e não largam
FACTO: Não existe nenhuma pesquisa factual que apoie esta afirmação. Os maxilares dos Pit Bulls são os mesmos que os de qualquer outra raça de cão.
Existem afirmações feitas por especialistas que refutam o mito dos maxilares que não abrem, tais como:
o Dr. I. Lehr Brisbin da Universidade da Georgia conduziu uma pesquisa acerca da morfologia funcional dos maxiçares de variadas raças de cães e mostrou que:
“... não existem diferenças mecânicas ou morfológicas entre os maxilares de American Pit Bull Terrier e quaisquer outras raças comparáveis estudadas. Adicionalmente, concluímos que os American Pit Bull Terriers não detêm um mecanismo único que os possibilita prender os seus maxilares.” Ontario Superior Court of Justice Affidavit of Dr. I. Lehr Brisbin, Jr., senior research scientist, University of Georgia.
o Dr. Howard Evans (professor emeritus no Colégio de Medicina Veterinária da Universidade de Cornell, Ithaca, NY, e autor do maior trabalho feito em anatomia canina (Anatomia do cão), em conjunto com o Dr. Sandy deLahunta, um dos mais famosos neurologistas caninos do país e com a Dra Katherine Houpt, uma comportamentalista afirmaram o seguinte acerca dos maxilares que prendem nos pit bulls:
“Todos concordamos que o poder da mordida é proporcional ao tamanho do maxilar e dos músculos do maxilar. Não existe, no entanto, nenhuma estrutura anatómica que funcione como “cadeado” do maxilar, seja em que cão for”. Delise, K. (2007). The Pit Bull Placebo: The Media, Myths and Politics of Canine Aggression. Anubis Publishing
MITO: Pit Bulls têm mais força na mordida que qualquer outro animal
FACTO: De novo, não existem nenhuns estudos factuais que apoiem esta afirmação. No entanto, existem provas que refutam este mito:
o Dr. Brady Barr da National Geographic conduziu um estudo acerca de mordidas de animais. A força da mordida ( medido em “pounds” de pressão) nos sujeitos testados foram:
Crocodilos: 1.1 Kgs
Hienas: 454 Kgs
Tartarugas: 454 Kgs
Leões: 272 Kgs
Tubarões brancos: 272 Kgs
Cães: 145 Kgs *
Humanos: 54.5 Kgs
*Um pastor alemão, um American Pit Bull Terrier e um Rottweiler foram testados usando uma manga de mordida equipada com um instrumento especializado de medição de pressão. O American Pit Bull Terrier foi o que exerceu menos pressão dos três cães testados.
MITO: Pit Bulls têm pior temperamento do que outros cães.
FACTO: Num estudo recente feito a 122 cães pela American Temperament Testing Society, os Pit Bulls tiveram uma percentagem de 83.9% de bom temperamento. Esta percentagem ultrapassou as raças poodle miniatura (76.6%), Beagles (80.3%) e Collies (79.4%). American Temperament Testing Society. Retrieved January 8, 2009. http://www.atts.org/statistics.html
MITO: Pit Bulls não sentem dor
FACTO: Enquanto que a maioria dos cães não respondem à dor quando estão num estado de frenesim durante um ataque, os Pit Bulls sentem dor tanto quanto qualquer outra raça.
Os Pit Bulls detêm o mesmo tipo de sistema nervoso que qualquer outra raça, e como tal sentem dor. A nível histórico, cães que toleravam ou ignoravam o desconforto ou dor e acabavam a tarefa que tinham pela frente eram os cães que era escolhidos para cruzar. Esta é a característica de “gameness” de que muitos entusiastas da raça falam e que pode ser definida como “ O desejo de continuar ou completar uma tarefa independentemente da dor ou desconforto que esta possa causar”. New Hope Pit Bull Rescue.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
sábado, 23 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
"AS ORIGENS DO CÃO" - Carla Cruz, Bióloga, Mestre em Produção Animal e Doutoranda em Ciência Animal
"Independentemente do local ou data de domesticação, dizer que o cão descende do lobo é tão incorrecto como dizer que o homem descende do chimpanzé. Trata-se apenas de uma simplificação quiça algo abusiva da realidade. Efectivamente, no período em que a domesticação terá ocorrido, não existia o lobo tal como o conhecemos hoje; tratava-se de uma espécie ancestral comum, que terá dado origem por um lado ao lobo e por outro ao cão, consoante alguns animais se adaptaram a um ou outro nicho ecológico.
E, mesmo que hipoteticamente, o ancestral do cão tivesse sido um lobo semelhante aos actuais, passaram-se milhares de anos em estreita convivência e evolução com as pessoas, que moldaram características físicas e comportamentais únicas, diferentes das de um animal silvestre.
O cão deverá ser sempre tratado e encarado como um cão, e não como um lobo em nossa casa!" - Carla Cruz, Bióloga, Mestre em Produção Animal e Doutoranda em Ciência Animal excerto do artigo "AS ORIGENS DO CÃO" in Cães e Companhia edição de Outubro de 2010
E, mesmo que hipoteticamente, o ancestral do cão tivesse sido um lobo semelhante aos actuais, passaram-se milhares de anos em estreita convivência e evolução com as pessoas, que moldaram características físicas e comportamentais únicas, diferentes das de um animal silvestre.
O cão deverá ser sempre tratado e encarado como um cão, e não como um lobo em nossa casa!" - Carla Cruz, Bióloga, Mestre em Produção Animal e Doutoranda em Ciência Animal excerto do artigo "AS ORIGENS DO CÃO" in Cães e Companhia edição de Outubro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Hazel Bazel Tazel Mazel e Safira, firas, firinhas, firus
O Hazel é um lindo Pitbull, e quando digo lindo não uso este adjectivo livremente, ele é realmente muito muito lindo. Claro todos nós aqui sabemos que a beleza suprema pertence só a um canídeo a Safira, mas o Hazel para cão está bem perto dela LOL
Mas não vim discutir belezas até porque eu sou suspeita, qualquer coisa de 4 patas e um rabito a abanar é lindo e merece a minha eterna bajuliçe, mas vim mostrar como o Hazel e a Safira ficaram tão amigos. Aliás tão amigos que são inseparáveis, adoram brincar juntos até á exaustão, provocam-se com vénias e lambidelas e quem ouve de fora parece que ouve dois vulcões em plena erupção mas é de alegria e cumplicidade. O relacionamento entre os cães é algo que me intriga e me fascina. Como gostam tanto de alguns e não tanto de outros. Mas indiferente a essas susceptibilidades eu sei que a Safira faz-me o favor de tolerar muitos cães, mas também não quis deixar de relembrar que Pitbulls podem ser amigos e que não, nem todos querem se "matar" uns aos outros. Deixem os pitties serem felizes e brincarem uns com os outros. Senão vejam!
Mas não vim discutir belezas até porque eu sou suspeita, qualquer coisa de 4 patas e um rabito a abanar é lindo e merece a minha eterna bajuliçe, mas vim mostrar como o Hazel e a Safira ficaram tão amigos. Aliás tão amigos que são inseparáveis, adoram brincar juntos até á exaustão, provocam-se com vénias e lambidelas e quem ouve de fora parece que ouve dois vulcões em plena erupção mas é de alegria e cumplicidade. O relacionamento entre os cães é algo que me intriga e me fascina. Como gostam tanto de alguns e não tanto de outros. Mas indiferente a essas susceptibilidades eu sei que a Safira faz-me o favor de tolerar muitos cães, mas também não quis deixar de relembrar que Pitbulls podem ser amigos e que não, nem todos querem se "matar" uns aos outros. Deixem os pitties serem felizes e brincarem uns com os outros. Senão vejam!
terça-feira, 14 de setembro de 2010
SEMINÁRIO AGRESSIVIDADE E DOMINÂNCIA PARTE I NO PORTO

Programa Seminário Agressividade e Dominância
AGRESSIVIDADE
Agressividade
O que é a agressividade nos cães?
Agressividade como problema comportamental
Tipos de agressividade
Agressividade defensiva
Agressividade redireccionada
Agressividade com pessoas/estranhos
Agressividade com animais (cães, gatos,etc.)
Agressividade e quadros médicos – Dra. Claudia Ferreira
Quadros médicos que propiciam agressividade
Medicamentos usados no tratamentos de casos de agressividade
A procura de ajuda no veterinário
Sinais comunicativos caninos
Sinais de apaziguamento
Sinais de distanciamento
Supressão de sinais e consequências
Condicionamento clássico e operante
O que é o condicionamento clássico
O que é o condicionamento operante
Os 4 quadrantes de ensino
Uso de castigo positivo e reforço negativo na abordagem de problemas agressivos
Dificuldades
Consequências
Flooding
Learned Helplessness
Técnicas de resolução de agressividade
O que é o modelo A-C-C?
Como determinar o A e os Cs
Entrevista
Técnicas de resolução de problemas de agressividade
DOMINÂNCIA
Dominância
- Conceito de dominância
- Conceito de dominância no mundo dos cães
- Origem do conceito de dominância
Hierarquia
- Conceito de hierarquia
- Tipos de hierarquias
- A hierarquia nos cães
Os lobos e os cães
- Origem e evolução dos cães
- Semelhanças e diferenças entre cães e lobos
- O lobo na sala-de-estar
Teoria da dominânica
- Teoria da dominância no treino canino
- Consequências no relacionamento com cães
- Falhas da teoria da dominância
- Ciência da aprendizagem na abordagem de casos de agressividade
sábado, 4 de setembro de 2010
Safira e Hazel
A Safira fez um amigo para toda a vida. Existe um preconceito errado de que Pitbulls não se dão com outros cães, e existe o preconceito ainda mais errado de que todos os Pitbulls devem estar separados de outros Pitbulls. Acho que tal como qualquer outro cão, Pitbull ou não temos que tomar todas as medidas de segurança e cuidados quando apresentamos cães uns aos outros, quanto mais espaço melhor, território neutro, se possível sem trelas e com muita supervisão.
A Safira e o Hazel gostaram um do outro à partida, mas a amizade deles tem crescido visivelmente e deixo aqui fotos de como passam a maior parte do tempo juntos... é uma delícia de comer e chorar por mais :D

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