sábado, 30 de abril de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Coleira Nova very fashion!
segunda-feira, 11 de abril de 2011
1ª Selo prémio para o Blogue :D
O Blog da Ana Domingos "Quanto mais conheço o Homem, mais amo os animais e a natureza" ofereceu ao Blog da Safira um selo, o nosso 1º prémio!Então para o merecer a Safira teve que vir dizer as 10 coisa que ela mais gosta e elas são:
1) Bolas!!!
2) O novo brinquedo chamado Tibório
3) Caçar Gambusinos
4) Lamber pessoas
5) Brincar com outros patudos
6) Comer
7) Festas de pessoas de preferência enquanto as lambe
8) Dormir tapada com casacos meus
9) Correr
10) Quebrar preconceitos (esta ela disse com ajuda da dona)
1) Bolas!!!
2) O novo brinquedo chamado Tibório
3) Caçar Gambusinos
4) Lamber pessoas
5) Brincar com outros patudos
6) Comer
7) Festas de pessoas de preferência enquanto as lambe
8) Dormir tapada com casacos meus
9) Correr
10) Quebrar preconceitos (esta ela disse com ajuda da dona)
sábado, 8 de janeiro de 2011
Os Pit Bulls e as pessoas

Uma das características mais importantes dos Pit bulls seja talvez o seu amor pelas pessoas. Muitas pessoas ficam surpreendidas pela personalidade amorosa destes cães, quando os conhecem pela primeira vez. Pit Bulls são sem dúvida cães muito afectuosos e que genuinamente adoram atenção humana. São mimalhos e adoram festas na barriga. Na realidade, a maioria dos Pit Bulls pensam que são cães de colo!
Como Dunbar (1999) escreveu, “Hoje, um Pit Bull devidamente procriado fica tão contente quando conhece pessoas novas (ou até mesmo estranhos) que os donos por vezes preocupam-se que o seu cão é dócil demais para proteger a casa e a família.... Um companheiro multi facetado, um Pit Bull bem treinado adequa-se a um sem fim de actividades. É óptimo em obediência, agilidade, em competições de puxar pesos, em eventos que exigem inteligência, treino e força. Em cima disto tudo, a natureza do Pit Bull faz dele um candidato ideal para terapia assistida.”
Características como agressividade para com pessoas, timidez excessiva e instabilidade não são tipicamente encontradas nos Pit Bull, nem são aceitáveis. Cães com estas características não são fieis representantes da raça e não deviam ser colocadas para adopção.
Aqueles que desejam catalogar estas raças como “perigosas” são rápidos a falarem do aspecto das lutas com cães, presente na sua história, e que isso de alguma forma quer dizer que podem lutar com pessoas. Isto é totalmente errado. Um facto fulcral da história dos Pit Bulls é que a sua linhagem os torna menos inclinados a serem agressivos com humanos. Por mais de1 160 anos, estes cães foram sistematicamente afastados da agressividade para com pessoas. Como Malcolm Gladwell (autor de The Tipping Point, Blink e Outliers) explica num artigo publicado no The New Yorker em 2006:
“Pit Bulls não foram treinados para serem agressivos para com pessoas. Pelo contrário: um cão que se “atirasse” aos espectadores, ou ao seu dono ou treinador, ou qualquer outra pessoa envolvida na luta entre os cães, era usualmente abatido. (A regra no mundo das lutas de Pit bulls era: os “come-homens” morrem).
Portanto, enquanto que cães agressivos com pessoas, iam sendo eliminados das linhagens e das criações, características tais como gentileza, estabilidade temperamental e desejo de ser manuseado por humanos eram enaltecidos. Estas qualidades são a base das raças de Pit Bulls. Explica porque é que nas filmagens de Pit Bulls a serem salvos de situações horríficas usualmente magérrimos e marcados por cicatrizes estão sempre a abanar as caudas e a arfar de alegria quando são salvos.
“Um Pit Bull é perigoso com pessoas” conclui Gladwell “ não porque expressam a sua verdadeira natureza mas porque se desviam totalmente dela”.
Mas o que é a verdadeira essência dos Pit Bulls? É difícil exprimir a personalidade de qualquer raça por palavras, mas para os Pit Bulls resume-se a um certo joi-de-vivre e uma atracção magnética a pessoas. Primeiro, os Pit Bulls têm um desejo enorme de estar perto das pessoas, mesmo que seja deitar-se aos seus pés enquanto está no computador; não são cães muito independentes e o que mais querem é serem membros activos da “família”. Em segundo, os Pit Bulls são sociáveis, gostam de conhecer pessoas e geralmente confiam em estranhos. Finalmente, este desejo inato por contacto humano, e a sua natureza sociável torna-os das melhores raças com “pessoas”: Pit Bulls estão no seu elemento quando estão a dormir no sofá, aninhados na cama deles numa manhã fria, a levar festas na barriga ou a serem coçados atrás das orelhas, a demonstrar um truque, a viajar de carro com os donos ou a brincar.
Ao contrário dos variados mitos propagados pelos média, a agressividade para com pessoas, ocorre em todas as raças. Os cães podem exibir muitos tipos de agressividade; para com pessoas, animais, cães, territorial, etc. Estes comportamento são independentes. Por exemplo, cães ferais podem dar-se muito bem com outros cães e serem altamente agressivos com pessoas. Da mesma forma, um cão agressivo com outros cães, não é por defeito um cão agressivo com pessoas. Pit Bulls testam muito alto nos testes de temperamento por algum motivo.
Até à data, todas as provas empíricas sugerem que os Pit Bulls são iguais, senão melhores, do que qualquer outra raça quando falamos de interacção com pessoas. Todos os anos, a Sociedade Americana de Testes de Temperamento faz avaliações pelo país todo a diferentes raças de cães e dá uma nota a toda uma raça baseando-se na percentagem daqueles indivíduos que passam e dos que falham dentro do número total de indivíduos testados. Desde 2008 que os Pit Bulls atingem um score de 85.5%. O Collie (Lassie), um ícone de obediência, passa com uma percentagem de 79.4% e o amado Golden Retriever passa com 84.2%. Como se pode ver, por estas percentagens, o Pit Bull é um excelente cão de família.
Os cães tipo Pit Bull são maravilhosos, amáveis, e companheiros leais; no entanto, é importante entender a natureza da raça, providenciar um ambiente estruturado e estabelecer relacionamentos positivos. Para o fazer, os donos dos Pit Bulls, devem entender a origem desta rala, respeitar os seus limites, e ajudar a preencher o seu potencial de forma adequada. Aliás este conselho é válido para os donos de qualquer raça de cães.
Como Dunbar (1999) escreveu, “Hoje, um Pit Bull devidamente procriado fica tão contente quando conhece pessoas novas (ou até mesmo estranhos) que os donos por vezes preocupam-se que o seu cão é dócil demais para proteger a casa e a família.... Um companheiro multi facetado, um Pit Bull bem treinado adequa-se a um sem fim de actividades. É óptimo em obediência, agilidade, em competições de puxar pesos, em eventos que exigem inteligência, treino e força. Em cima disto tudo, a natureza do Pit Bull faz dele um candidato ideal para terapia assistida.”
Características como agressividade para com pessoas, timidez excessiva e instabilidade não são tipicamente encontradas nos Pit Bull, nem são aceitáveis. Cães com estas características não são fieis representantes da raça e não deviam ser colocadas para adopção.
Aqueles que desejam catalogar estas raças como “perigosas” são rápidos a falarem do aspecto das lutas com cães, presente na sua história, e que isso de alguma forma quer dizer que podem lutar com pessoas. Isto é totalmente errado. Um facto fulcral da história dos Pit Bulls é que a sua linhagem os torna menos inclinados a serem agressivos com humanos. Por mais de1 160 anos, estes cães foram sistematicamente afastados da agressividade para com pessoas. Como Malcolm Gladwell (autor de The Tipping Point, Blink e Outliers) explica num artigo publicado no The New Yorker em 2006:
“Pit Bulls não foram treinados para serem agressivos para com pessoas. Pelo contrário: um cão que se “atirasse” aos espectadores, ou ao seu dono ou treinador, ou qualquer outra pessoa envolvida na luta entre os cães, era usualmente abatido. (A regra no mundo das lutas de Pit bulls era: os “come-homens” morrem).
Portanto, enquanto que cães agressivos com pessoas, iam sendo eliminados das linhagens e das criações, características tais como gentileza, estabilidade temperamental e desejo de ser manuseado por humanos eram enaltecidos. Estas qualidades são a base das raças de Pit Bulls. Explica porque é que nas filmagens de Pit Bulls a serem salvos de situações horríficas usualmente magérrimos e marcados por cicatrizes estão sempre a abanar as caudas e a arfar de alegria quando são salvos.
“Um Pit Bull é perigoso com pessoas” conclui Gladwell “ não porque expressam a sua verdadeira natureza mas porque se desviam totalmente dela”.
Mas o que é a verdadeira essência dos Pit Bulls? É difícil exprimir a personalidade de qualquer raça por palavras, mas para os Pit Bulls resume-se a um certo joi-de-vivre e uma atracção magnética a pessoas. Primeiro, os Pit Bulls têm um desejo enorme de estar perto das pessoas, mesmo que seja deitar-se aos seus pés enquanto está no computador; não são cães muito independentes e o que mais querem é serem membros activos da “família”. Em segundo, os Pit Bulls são sociáveis, gostam de conhecer pessoas e geralmente confiam em estranhos. Finalmente, este desejo inato por contacto humano, e a sua natureza sociável torna-os das melhores raças com “pessoas”: Pit Bulls estão no seu elemento quando estão a dormir no sofá, aninhados na cama deles numa manhã fria, a levar festas na barriga ou a serem coçados atrás das orelhas, a demonstrar um truque, a viajar de carro com os donos ou a brincar.
Ao contrário dos variados mitos propagados pelos média, a agressividade para com pessoas, ocorre em todas as raças. Os cães podem exibir muitos tipos de agressividade; para com pessoas, animais, cães, territorial, etc. Estes comportamento são independentes. Por exemplo, cães ferais podem dar-se muito bem com outros cães e serem altamente agressivos com pessoas. Da mesma forma, um cão agressivo com outros cães, não é por defeito um cão agressivo com pessoas. Pit Bulls testam muito alto nos testes de temperamento por algum motivo.
Até à data, todas as provas empíricas sugerem que os Pit Bulls são iguais, senão melhores, do que qualquer outra raça quando falamos de interacção com pessoas. Todos os anos, a Sociedade Americana de Testes de Temperamento faz avaliações pelo país todo a diferentes raças de cães e dá uma nota a toda uma raça baseando-se na percentagem daqueles indivíduos que passam e dos que falham dentro do número total de indivíduos testados. Desde 2008 que os Pit Bulls atingem um score de 85.5%. O Collie (Lassie), um ícone de obediência, passa com uma percentagem de 79.4% e o amado Golden Retriever passa com 84.2%. Como se pode ver, por estas percentagens, o Pit Bull é um excelente cão de família.
Os cães tipo Pit Bull são maravilhosos, amáveis, e companheiros leais; no entanto, é importante entender a natureza da raça, providenciar um ambiente estruturado e estabelecer relacionamentos positivos. Para o fazer, os donos dos Pit Bulls, devem entender a origem desta rala, respeitar os seus limites, e ajudar a preencher o seu potencial de forma adequada. Aliás este conselho é válido para os donos de qualquer raça de cães.
sábado, 1 de janeiro de 2011
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
domingo, 5 de dezembro de 2010
Uma visita muito especial
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
PIT BULLS MITOS VS FACTOS
AMERICAN HUMANE SOCIETY - PIT BULLS MITOS VS FACTOS
MITO: Pit Bulls mordem mais do que outras raças
FACTO: Não existe nenhum sistema em funcionamento que determine com exactidão as estatísticas referentes a mordidas por cães nos EUA e muitos incidentes não são reportados.
O estudo “Raças de cães envolvidas em ataques fatais nos Estados Unidos entre 1979 e 1998” feito pelo Centers for Disease Control explica quais os problemas inerentes em tentar calcular com exactidão. O CDC explica ainda que uma das grandes falhas no estudo foi a incapacidade de contabilizar a totalidade de população de uma raça específica relativamente às fatalidades contabilizadas dessa mesma raça. CDC. (2000) Breeds of dogs involved in fatal human attacks in the United States between 1979 and 1998. http://www.cdc.gov/ncipc/duip/dogbreeds.pdf.
O CDC concluiu que os ataques fatais são tão raros que se tornam estatisticamente insignificantes como forma de representar agressividade canina.
MITO: Pit Bulls atacam sem aviso nem provocação
FACTO: De acordo com o livro The Pit Bull Placebo the Karen Delise, a classificação se um ataque como “sem provocação” esta usualmente baseado nas declarações dos donos que por sua vez são incapazes de entender comportamento e linguagem canina, ou estão ocupados demais para “ver” os sinais que os cães usualmente usam através de linguagem corporal ou vocalizações. Cães sinalizam isto através de: olhares fixos; tensão corporal; posicionamento das orelhas, cauda e cabeça; e rosnando, para nomear apenas alguns. Pit Bulls usam estes sinais de aviso, tanto quanto qualquer outra raça de cães.
Em adição a tudo isto, ataques de cãe tendem a ser o resultado de uma série de factores que são estatisticamente muito mais perigosos do que culpabilização de raças. De acordo com a Associação Médico-Veterinária Americana, estes factores incluem:
- Procriação: Cães que tenham sido procriados com o intuito de serem agressivos terão mais tendência para o serem independentemente da raça
- Sociabilização: Cachorros precisam de sociabilização para aprender a viver dentro da sociedade humana.
- Treino: Para além da sociabilização, os cachorros precisam de treino para que possam obedecer pelos menos comandos básicos
- Saúde: Alguns cães mordem por sentirem desconforto ou dor
See generally, The American Veterinary Association, Dog Bite Prevention: A Community Approach. JAVMA, Vol. 218, No. 11, June 1, 2001. http://www.avma.org/public_health/dogbite/dogbite.pdf
- Esterilização: 97% dos cães envolvidos em ataques fatais em 2006 não eram esterilizado ASPCA, Are Breed Specific Laws Effective? http://www.aspca.org/site/PageServer?pagename=cruelty_dogfighting_breedspecific
- Correntes: Um em cada quatro ataques fatais envolveram cães presos a correntes.
MITO: Pit Bulls têm maxilares que prendem e não largam
FACTO: Não existe nenhuma pesquisa factual que apoie esta afirmação. Os maxilares dos Pit Bulls são os mesmos que os de qualquer outra raça de cão.
Existem afirmações feitas por especialistas que refutam o mito dos maxilares que não abrem, tais como:
o Dr. I. Lehr Brisbin da Universidade da Georgia conduziu uma pesquisa acerca da morfologia funcional dos maxiçares de variadas raças de cães e mostrou que:
“... não existem diferenças mecânicas ou morfológicas entre os maxilares de American Pit Bull Terrier e quaisquer outras raças comparáveis estudadas. Adicionalmente, concluímos que os American Pit Bull Terriers não detêm um mecanismo único que os possibilita prender os seus maxilares.” Ontario Superior Court of Justice Affidavit of Dr. I. Lehr Brisbin, Jr., senior research scientist, University of Georgia.
o Dr. Howard Evans (professor emeritus no Colégio de Medicina Veterinária da Universidade de Cornell, Ithaca, NY, e autor do maior trabalho feito em anatomia canina (Anatomia do cão), em conjunto com o Dr. Sandy deLahunta, um dos mais famosos neurologistas caninos do país e com a Dra Katherine Houpt, uma comportamentalista afirmaram o seguinte acerca dos maxilares que prendem nos pit bulls:
“Todos concordamos que o poder da mordida é proporcional ao tamanho do maxilar e dos músculos do maxilar. Não existe, no entanto, nenhuma estrutura anatómica que funcione como “cadeado” do maxilar, seja em que cão for”. Delise, K. (2007). The Pit Bull Placebo: The Media, Myths and Politics of Canine Aggression. Anubis Publishing
MITO: Pit Bulls têm mais força na mordida que qualquer outro animal
FACTO: De novo, não existem nenhuns estudos factuais que apoiem esta afirmação. No entanto, existem provas que refutam este mito:
o Dr. Brady Barr da National Geographic conduziu um estudo acerca de mordidas de animais. A força da mordida ( medido em “pounds” de pressão) nos sujeitos testados foram:
Crocodilos: 1.1 Kgs
Hienas: 454 Kgs
Tartarugas: 454 Kgs
Leões: 272 Kgs
Tubarões brancos: 272 Kgs
Cães: 145 Kgs *
Humanos: 54.5 Kgs
*Um pastor alemão, um American Pit Bull Terrier e um Rottweiler foram testados usando uma manga de mordida equipada com um instrumento especializado de medição de pressão. O American Pit Bull Terrier foi o que exerceu menos pressão dos três cães testados.
MITO: Pit Bulls têm pior temperamento do que outros cães.
FACTO: Num estudo recente feito a 122 cães pela American Temperament Testing Society, os Pit Bulls tiveram uma percentagem de 83.9% de bom temperamento. Esta percentagem ultrapassou as raças poodle miniatura (76.6%), Beagles (80.3%) e Collies (79.4%). American Temperament Testing Society. Retrieved January 8, 2009. http://www.atts.org/statistics.html
MITO: Pit Bulls não sentem dor
FACTO: Enquanto que a maioria dos cães não respondem à dor quando estão num estado de frenesim durante um ataque, os Pit Bulls sentem dor tanto quanto qualquer outra raça.
Os Pit Bulls detêm o mesmo tipo de sistema nervoso que qualquer outra raça, e como tal sentem dor. A nível histórico, cães que toleravam ou ignoravam o desconforto ou dor e acabavam a tarefa que tinham pela frente eram os cães que era escolhidos para cruzar. Esta é a característica de “gameness” de que muitos entusiastas da raça falam e que pode ser definida como “ O desejo de continuar ou completar uma tarefa independentemente da dor ou desconforto que esta possa causar”. New Hope Pit Bull Rescue.
MITO: Pit Bulls mordem mais do que outras raças
FACTO: Não existe nenhum sistema em funcionamento que determine com exactidão as estatísticas referentes a mordidas por cães nos EUA e muitos incidentes não são reportados.
O estudo “Raças de cães envolvidas em ataques fatais nos Estados Unidos entre 1979 e 1998” feito pelo Centers for Disease Control explica quais os problemas inerentes em tentar calcular com exactidão. O CDC explica ainda que uma das grandes falhas no estudo foi a incapacidade de contabilizar a totalidade de população de uma raça específica relativamente às fatalidades contabilizadas dessa mesma raça. CDC. (2000) Breeds of dogs involved in fatal human attacks in the United States between 1979 and 1998. http://www.cdc.gov/ncipc/duip/dogbreeds.pdf.
O CDC concluiu que os ataques fatais são tão raros que se tornam estatisticamente insignificantes como forma de representar agressividade canina.
MITO: Pit Bulls atacam sem aviso nem provocação
FACTO: De acordo com o livro The Pit Bull Placebo the Karen Delise, a classificação se um ataque como “sem provocação” esta usualmente baseado nas declarações dos donos que por sua vez são incapazes de entender comportamento e linguagem canina, ou estão ocupados demais para “ver” os sinais que os cães usualmente usam através de linguagem corporal ou vocalizações. Cães sinalizam isto através de: olhares fixos; tensão corporal; posicionamento das orelhas, cauda e cabeça; e rosnando, para nomear apenas alguns. Pit Bulls usam estes sinais de aviso, tanto quanto qualquer outra raça de cães.
Em adição a tudo isto, ataques de cãe tendem a ser o resultado de uma série de factores que são estatisticamente muito mais perigosos do que culpabilização de raças. De acordo com a Associação Médico-Veterinária Americana, estes factores incluem:
- Procriação: Cães que tenham sido procriados com o intuito de serem agressivos terão mais tendência para o serem independentemente da raça
- Sociabilização: Cachorros precisam de sociabilização para aprender a viver dentro da sociedade humana.
- Treino: Para além da sociabilização, os cachorros precisam de treino para que possam obedecer pelos menos comandos básicos
- Saúde: Alguns cães mordem por sentirem desconforto ou dor
See generally, The American Veterinary Association, Dog Bite Prevention: A Community Approach. JAVMA, Vol. 218, No. 11, June 1, 2001. http://www.avma.org/public_health/dogbite/dogbite.pdf
- Esterilização: 97% dos cães envolvidos em ataques fatais em 2006 não eram esterilizado ASPCA, Are Breed Specific Laws Effective? http://www.aspca.org/site/PageServer?pagename=cruelty_dogfighting_breedspecific
- Correntes: Um em cada quatro ataques fatais envolveram cães presos a correntes.
MITO: Pit Bulls têm maxilares que prendem e não largam
FACTO: Não existe nenhuma pesquisa factual que apoie esta afirmação. Os maxilares dos Pit Bulls são os mesmos que os de qualquer outra raça de cão.
Existem afirmações feitas por especialistas que refutam o mito dos maxilares que não abrem, tais como:
o Dr. I. Lehr Brisbin da Universidade da Georgia conduziu uma pesquisa acerca da morfologia funcional dos maxiçares de variadas raças de cães e mostrou que:
“... não existem diferenças mecânicas ou morfológicas entre os maxilares de American Pit Bull Terrier e quaisquer outras raças comparáveis estudadas. Adicionalmente, concluímos que os American Pit Bull Terriers não detêm um mecanismo único que os possibilita prender os seus maxilares.” Ontario Superior Court of Justice Affidavit of Dr. I. Lehr Brisbin, Jr., senior research scientist, University of Georgia.
o Dr. Howard Evans (professor emeritus no Colégio de Medicina Veterinária da Universidade de Cornell, Ithaca, NY, e autor do maior trabalho feito em anatomia canina (Anatomia do cão), em conjunto com o Dr. Sandy deLahunta, um dos mais famosos neurologistas caninos do país e com a Dra Katherine Houpt, uma comportamentalista afirmaram o seguinte acerca dos maxilares que prendem nos pit bulls:
“Todos concordamos que o poder da mordida é proporcional ao tamanho do maxilar e dos músculos do maxilar. Não existe, no entanto, nenhuma estrutura anatómica que funcione como “cadeado” do maxilar, seja em que cão for”. Delise, K. (2007). The Pit Bull Placebo: The Media, Myths and Politics of Canine Aggression. Anubis Publishing
MITO: Pit Bulls têm mais força na mordida que qualquer outro animal
FACTO: De novo, não existem nenhuns estudos factuais que apoiem esta afirmação. No entanto, existem provas que refutam este mito:
o Dr. Brady Barr da National Geographic conduziu um estudo acerca de mordidas de animais. A força da mordida ( medido em “pounds” de pressão) nos sujeitos testados foram:
Crocodilos: 1.1 Kgs
Hienas: 454 Kgs
Tartarugas: 454 Kgs
Leões: 272 Kgs
Tubarões brancos: 272 Kgs
Cães: 145 Kgs *
Humanos: 54.5 Kgs
*Um pastor alemão, um American Pit Bull Terrier e um Rottweiler foram testados usando uma manga de mordida equipada com um instrumento especializado de medição de pressão. O American Pit Bull Terrier foi o que exerceu menos pressão dos três cães testados.
MITO: Pit Bulls têm pior temperamento do que outros cães.
FACTO: Num estudo recente feito a 122 cães pela American Temperament Testing Society, os Pit Bulls tiveram uma percentagem de 83.9% de bom temperamento. Esta percentagem ultrapassou as raças poodle miniatura (76.6%), Beagles (80.3%) e Collies (79.4%). American Temperament Testing Society. Retrieved January 8, 2009. http://www.atts.org/statistics.html
MITO: Pit Bulls não sentem dor
FACTO: Enquanto que a maioria dos cães não respondem à dor quando estão num estado de frenesim durante um ataque, os Pit Bulls sentem dor tanto quanto qualquer outra raça.
Os Pit Bulls detêm o mesmo tipo de sistema nervoso que qualquer outra raça, e como tal sentem dor. A nível histórico, cães que toleravam ou ignoravam o desconforto ou dor e acabavam a tarefa que tinham pela frente eram os cães que era escolhidos para cruzar. Esta é a característica de “gameness” de que muitos entusiastas da raça falam e que pode ser definida como “ O desejo de continuar ou completar uma tarefa independentemente da dor ou desconforto que esta possa causar”. New Hope Pit Bull Rescue.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
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