domingo, 5 de dezembro de 2010

Uma visita muito especial

A Safira teve uma visita muito especial e imaginem o que ela decidiu fazer quando viu a Nádia o João??




Beijos e beijos mimos e beijos



Beijos e mimos, mimos e beijos



Mimos e mimos, beijos e mimos

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

PIT BULLS MITOS VS FACTOS





AMERICAN HUMANE SOCIETY - PIT BULLS MITOS VS FACTOS


MITO: Pit Bulls mordem mais do que outras raças
FACTO: Não existe nenhum sistema em funcionamento que determine com exactidão as estatísticas referentes a mordidas por cães nos EUA e muitos incidentes não são reportados.
O estudo “Raças de cães envolvidas em ataques fatais nos Estados Unidos entre 1979 e 1998” feito pelo Centers for Disease Control explica quais os problemas inerentes em tentar calcular com exactidão. O CDC explica ainda que uma das grandes falhas no estudo foi a incapacidade de contabilizar a totalidade de população de uma raça específica relativamente às fatalidades contabilizadas dessa mesma raça. CDC. (2000) Breeds of dogs involved in fatal human attacks in the United States between 1979 and 1998. http://www.cdc.gov/ncipc/duip/dogbreeds.pdf.
O CDC concluiu que os ataques fatais são tão raros que se tornam estatisticamente insignificantes como forma de representar agressividade canina.

MITO: Pit Bulls atacam sem aviso nem provocação
FACTO: De acordo com o livro The Pit Bull Placebo the Karen Delise, a classificação se um ataque como “sem provocação” esta usualmente baseado nas declarações dos donos que por sua vez são incapazes de entender comportamento e linguagem canina, ou estão ocupados demais para “ver” os sinais que os cães usualmente usam através de linguagem corporal ou vocalizações. Cães sinalizam isto através de: olhares fixos; tensão corporal; posicionamento das orelhas, cauda e cabeça; e rosnando, para nomear apenas alguns. Pit Bulls usam estes sinais de aviso, tanto quanto qualquer outra raça de cães.
Em adição a tudo isto, ataques de cãe tendem a ser o resultado de uma série de factores que são estatisticamente muito mais perigosos do que culpabilização de raças. De acordo com a Associação Médico-Veterinária Americana, estes factores incluem:

- Procriação: Cães que tenham sido procriados com o intuito de serem agressivos terão mais tendência para o serem independentemente da raça
- Sociabilização: Cachorros precisam de sociabilização para aprender a viver dentro da sociedade humana.
- Treino: Para além da sociabilização, os cachorros precisam de treino para que possam obedecer pelos menos comandos básicos
- Saúde: Alguns cães mordem por sentirem desconforto ou dor
See generally, The American Veterinary Association, Dog Bite Prevention: A Community Approach. JAVMA, Vol. 218, No. 11, June 1, 2001. http://www.avma.org/public_health/dogbite/dogbite.pdf
- Esterilização: 97% dos cães envolvidos em ataques fatais em 2006 não eram esterilizado ASPCA, Are Breed Specific Laws Effective? http://www.aspca.org/site/PageServer?pagename=cruelty_dogfighting_breedspecific
- Correntes: Um em cada quatro ataques fatais envolveram cães presos a correntes.

MITO: Pit Bulls têm maxilares que prendem e não largam
FACTO: Não existe nenhuma pesquisa factual que apoie esta afirmação. Os maxilares dos Pit Bulls são os mesmos que os de qualquer outra raça de cão.
Existem afirmações feitas por especialistas que refutam o mito dos maxilares que não abrem, tais como:

o Dr. I. Lehr Brisbin da Universidade da Georgia conduziu uma pesquisa acerca da morfologia funcional dos maxiçares de variadas raças de cães e mostrou que:
“... não existem diferenças mecânicas ou morfológicas entre os maxilares de American Pit Bull Terrier e quaisquer outras raças comparáveis estudadas. Adicionalmente, concluímos que os American Pit Bull Terriers não detêm um mecanismo único que os possibilita prender os seus maxilares.” Ontario Superior Court of Justice Affidavit of Dr. I. Lehr Brisbin, Jr., senior research scientist, University of Georgia.

o Dr. Howard Evans (professor emeritus no Colégio de Medicina Veterinária da Universidade de Cornell, Ithaca, NY, e autor do maior trabalho feito em anatomia canina (Anatomia do cão), em conjunto com o Dr. Sandy deLahunta, um dos mais famosos neurologistas caninos do país e com a Dra Katherine Houpt, uma comportamentalista afirmaram o seguinte acerca dos maxilares que prendem nos pit bulls:
“Todos concordamos que o poder da mordida é proporcional ao tamanho do maxilar e dos músculos do maxilar. Não existe, no entanto, nenhuma estrutura anatómica que funcione como “cadeado” do maxilar, seja em que cão for”. Delise, K. (2007). The Pit Bull Placebo: The Media, Myths and Politics of Canine Aggression. Anubis Publishing

MITO: Pit Bulls têm mais força na mordida que qualquer outro animal
FACTO: De novo, não existem nenhuns estudos factuais que apoiem esta afirmação. No entanto, existem provas que refutam este mito:
o Dr. Brady Barr da National Geographic conduziu um estudo acerca de mordidas de animais. A força da mordida ( medido em “pounds” de pressão) nos sujeitos testados foram:
 Crocodilos: 1.1 Kgs
 Hienas: 454 Kgs
 Tartarugas: 454 Kgs
 Leões: 272 Kgs
 Tubarões brancos: 272 Kgs
 Cães: 145 Kgs *
 Humanos: 54.5 Kgs
*Um pastor alemão, um American Pit Bull Terrier e um Rottweiler foram testados usando uma manga de mordida equipada com um instrumento especializado de medição de pressão. O American Pit Bull Terrier foi o que exerceu menos pressão dos três cães testados.

MITO: Pit Bulls têm pior temperamento do que outros cães.
FACTO: Num estudo recente feito a 122 cães pela American Temperament Testing Society, os Pit Bulls tiveram uma percentagem de 83.9% de bom temperamento. Esta percentagem ultrapassou as raças poodle miniatura (76.6%), Beagles (80.3%) e Collies (79.4%). American Temperament Testing Society. Retrieved January 8, 2009. http://www.atts.org/statistics.html

MITO: Pit Bulls não sentem dor
FACTO: Enquanto que a maioria dos cães não respondem à dor quando estão num estado de frenesim durante um ataque, os Pit Bulls sentem dor tanto quanto qualquer outra raça.

Os Pit Bulls detêm o mesmo tipo de sistema nervoso que qualquer outra raça, e como tal sentem dor. A nível histórico, cães que toleravam ou ignoravam o desconforto ou dor e acabavam a tarefa que tinham pela frente eram os cães que era escolhidos para cruzar. Esta é a característica de “gameness” de que muitos entusiastas da raça falam e que pode ser definida como “ O desejo de continuar ou completar uma tarefa independentemente da dor ou desconforto que esta possa causar”. New Hope Pit Bull Rescue.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

?????

Por vezes interrogo-me quem é esta cadela?????????? LOL



sábado, 23 de outubro de 2010

Myth Buster nº 2 - Pit Bulls comem cães pequeninos

a sério?? queres ver que a Safira é mesmo uma boxer??













sexta-feira, 1 de outubro de 2010

"AS ORIGENS DO CÃO" - Carla Cruz, Bióloga, Mestre em Produção Animal e Doutoranda em Ciência Animal



‎"Independentemente do local ou data de domesticação, dizer que o cão descende do lobo é tão incorrecto como dizer que o homem descende do chimpanzé. Trata-se apenas de uma simplificação quiça algo abusiva da realidade. Efectivamente, no período em que a domesticação terá ocorrido, não existia o lobo tal como o conhecemos hoje; tratava-se de uma espécie ancestral comum, que terá dado origem por um lado ao lobo e por outro ao cão, consoante alguns animais se adaptaram a um ou outro nicho ecológico.
E, mesmo que hipoteticamente, o ancestral do cão tivesse sido um lobo semelhante aos actuais, passaram-se milhares de anos em estreita convivência e evolução com as pessoas, que moldaram características físicas e comportamentais únicas, diferentes das de um animal silvestre.
O cão deverá ser sempre tratado e encarado como um cão, e não como um lobo em nossa casa!" - Carla Cruz, Bióloga, Mestre em Produção Animal e Doutoranda em Ciência Animal excerto do artigo "AS ORIGENS DO CÃO" in Cães e Companhia edição de Outubro de 2010

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Hazel Bazel Tazel Mazel e Safira, firas, firinhas, firus

O Hazel é um lindo Pitbull, e quando digo lindo não uso este adjectivo livremente, ele é realmente muito muito lindo. Claro todos nós aqui sabemos que a beleza suprema pertence só a um canídeo a Safira, mas o Hazel para cão está bem perto dela LOL

Mas não vim discutir belezas até porque eu sou suspeita, qualquer coisa de 4 patas e um rabito a abanar é lindo e merece a minha eterna bajuliçe, mas vim mostrar como o Hazel e a Safira ficaram tão amigos. Aliás tão amigos que são inseparáveis, adoram brincar juntos até á exaustão, provocam-se com vénias e lambidelas e quem ouve de fora parece que ouve dois vulcões em plena erupção mas é de alegria e cumplicidade. O relacionamento entre os cães é algo que me intriga e me fascina. Como gostam tanto de alguns e não tanto de outros. Mas indiferente a essas susceptibilidades eu sei que a Safira faz-me o favor de tolerar muitos cães, mas também não quis deixar de relembrar que Pitbulls podem ser amigos e que não, nem todos querem se "matar" uns aos outros. Deixem os pitties serem felizes e brincarem uns com os outros. Senão vejam!







terça-feira, 14 de setembro de 2010

SEMINÁRIO AGRESSIVIDADE E DOMINÂNCIA PARTE I NO PORTO




Programa Seminário Agressividade e Dominância

AGRESSIVIDADE

Agressividade

 O que é a agressividade nos cães?
 Agressividade como problema comportamental


Tipos de agressividade

 Agressividade defensiva
 Agressividade redireccionada
 Agressividade com pessoas/estranhos
 Agressividade com animais (cães, gatos,etc.)


Agressividade e quadros médicos – Dra. Claudia Ferreira

 Quadros médicos que propiciam agressividade
 Medicamentos usados no tratamentos de casos de agressividade
 A procura de ajuda no veterinário

Sinais comunicativos caninos

 Sinais de apaziguamento
 Sinais de distanciamento
 Supressão de sinais e consequências


Condicionamento clássico e operante

 O que é o condicionamento clássico
 O que é o condicionamento operante
 Os 4 quadrantes de ensino

Uso de castigo positivo e reforço negativo na abordagem de problemas agressivos

 Dificuldades
 Consequências
 Flooding
 Learned Helplessness


Técnicas de resolução de agressividade

 O que é o modelo A-C-C?
 Como determinar o A e os Cs
 Entrevista
 Técnicas de resolução de problemas de agressividade



DOMINÂNCIA

Dominância

- Conceito de dominância
- Conceito de dominância no mundo dos cães
- Origem do conceito de dominância

Hierarquia

- Conceito de hierarquia
- Tipos de hierarquias
- A hierarquia nos cães

Os lobos e os cães

- Origem e evolução dos cães
- Semelhanças e diferenças entre cães e lobos
- O lobo na sala-de-estar

Teoria da dominânica

- Teoria da dominância no treino canino
- Consequências no relacionamento com cães
- Falhas da teoria da dominância
- Ciência da aprendizagem na abordagem de casos de agressividade

sábado, 4 de setembro de 2010

Safira e Hazel

A Safira fez um amigo para toda a vida. Existe um preconceito errado de que Pitbulls não se dão com outros cães, e existe o preconceito ainda mais errado de que todos os Pitbulls devem estar separados de outros Pitbulls. Acho que tal como qualquer outro cão, Pitbull ou não temos que tomar todas as medidas de segurança e cuidados quando apresentamos cães uns aos outros, quanto mais espaço melhor, território neutro, se possível sem trelas e com muita supervisão.

A Safira e o Hazel gostara
m um do outro à partida, mas a amizade deles tem crescido visivelmente e deixo aqui fotos de como passam a maior parte do tempo juntos... é uma delícia de comer e chorar por mais :D

















quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Safira adora a praia..mas sem água

Levei a Safira à praia, ela adorou, mas infelizmente não tem muito jeito para nadar, mete-se na posição de sapo e vai ao fundo de olhos abertos (para não perder a mira da bola), por vezes tenta beber a água toda do oceano até conseguir secá-lo e chegar à bola, cavar a areia perto da água é outra estratégia interessante, encontrar poisos mais perto da bola (como, madeira ou pessoas que estejam a flutuar) também foi por ela experimentado, basicamente no fim disto tudo e sem sucesso mas com uma barrigada de água salgada ela vai caçar gambusinos imaginários na areia e nas dunas. Mas que adora adora